Desafios financeiros: os 5 principais desafios no fluxo de caixa de uma transportadora

O transporte rodoviário é o responsável pela distribuição de mais de 70% das cargas em todo território brasileiro, tornando-se o setor destaque da logística nacional, movimentando a economia e gerando milhares de empregos.

Neste cenário, as transportadoras são fundamentais e seguem em expansão, atendendo a necessidade diária de transporte. No entanto, para operar uma empresa nesse ramo é importante encarar grandes desafios, principalmente quando falamos sobre fluxo de caixa.

Neste artigo, vamos entender mais sobre os principais obstáculos enfrentados no setor financeiro de uma transportadora e como eles impactam nas suas operações.

1. Oscilações dos custos operacionais:

Os custos operacionais são aquelas despesas envolvidas na realização do transporte, ou seja: combustível, manutenção de veículos, remuneração de motoristas e pedágios. Esses custos, em especial direcionados à combustíveis, costumam oscilar devido a diversos fatores, impactando diretamente no orçamento operacional de uma transportadora. Quando ocorrem aumentos repentinos e significativos, caso não tenha uma gestão cuidadosa, o fluxo de caixa pode ser prejudicado.

2. Inadimplência de clientes:

Outro grande desafio para as empresas são atrasos de pagamento por parte dos clientes, tornando- se uma preocupação constante. Sabemos que muitos clientes cumprem com o que foi combinado, pagando no prazo correto, porém existe uma porcentagem daqueles que, por motivos variados, deixam de pagar na data correta ou até mesmo se tornam inadimplentes.

Mesmo que por curtos períodos, essas situações impactam diretamente a saúde do caixa da transportadora, atrapalhando o pagamento de fornecedores, manutenção de veículos e remuneração de seus colaboradores, o que resulta em dificuldade financeira e operacional, dificultando a capacidade de crescimento da empresa. 

3. Investimento em frota:

Para as transportadoras tradicionais, contar com uma frota de caminhões em boas condições é fundamental. E isso não se resume em sempre ter os veículos mais novos, mas também aos investimentos constantes em reparos e manutenções. Além disso, ainda existem os investimentos em tecnologias de monitoramento, integração com plataformas e comunicação.

Esses custos saem diretamente do caixa da empresa e podem não ser previsíveis, muitas vezes representando despesas financeiras consideráveis. Por conta dessas saídas inevitáveis, é comum surgir uma desestabilização no fluxo financeiro, exigindo alocação de recursos para que a operação não seja afetada.

No caso de transportadoras digitais, nem sempre o modelo de negócio dependerá de uma uma frota fixa. Em alguns casos, ter uma frota própria em um modelo digital pode até mesmo comprometer os recursos devido a períodos de baixa demanda.

4. Valores de fretes competitivos:

Por ser um mercado muito ativo, o setor de transporte rodoviário está se tornando cada vez mais competitivo. Novas tecnologias adotadas por outras transportadoras tendem a criar diferenciais e valores que acabam ganhando os embarcadores. Por conta dessa pressão, muitos negócios esbarram na necessidade de diminuir seus preços para conseguirem fechar novos negócios. Esse cenário, com certeza, afeta o fluxo de caixa, uma vez que, além do frete negociado com o embarcador acabar sendo menor, uma porcentagem importante do faturamento é redirecionada ao pagamento dos motoristas e custos da empresa.

5. Prazo para pagamento longo:

Muitos dos atrasos na entrada de receita se dão por prazos prolongados negociados pelos clientes, o que gera uma pressão constante imposta ao financeiro! Nessa situação, a transportadora segue arcando com operações imediatas, como pagamento de motoristas, combustíveis, pedágios, entre outros, enquanto receberá o valor um tempo após a finalização da entrega. Isso coloca muitas empresas em uma restrição em seu capital de giro, dificultando até mesmo em conseguir novos clientes.

Em resumo, para uma transportadora evitar grandes impactos em seu fluxo de caixa, o gerenciamento estratégico de toda a companhia é necessário. Ao criar uma gestão eficaz, será possível manter suas operações em curso, sem muitos contratempos.

Com planejamento financeiro efetivo, monitoramento constante e tomadas de decisões baseadas em dados, as transportadoras conseguem garantir uma operação sólida e, com isso, seu sucesso a longo prazo.

A Motz possui expertise para apoiar transportadoras a alcançar uma gestão operacional e controle financeiro saudáveis. Saiba mais sobre as soluções da Motz clicando aqui!

Segurança na estrada: conheça tipos de freios de caminhões!

Quando o assunto é a segurança dos nossos caminhoneiros nas estradas, o “X” da questão é garantir que os veículos estejam com boa manutenção para evitar surpresas desagradáveis durante a viagem. E sabemos que os freios do bruto são um dos pontos principais para se preocupar, né?

Hoje, no mercado, temos diversos tipos de freios com diferentes desempenhos, partindo dos mais tradicionais, como os freios a ar, até os mais modernos, conhecidos como ABS e EBS. Na hora de tomar decisões importantes em relação a manutenção e escolha de veículos, é importante que você conheça cada um antes de fazer a seleção final.

Por isso, vamos te apresentar um pouco mais sobre os tipos de freio para você ficar ligado com as manutenções adequadas ou na escolha do seu parceiro de estradas dos sonhos!

1. Freio a Ar:

O primeiro tipo de freio que você precisa conhecer é aquele que é mais encontrado em caminhões pesados: o freio a ar. Devido ao seu componente ser um compressor de ar, esse modelo consegue entregar uma frenagem segura e poderosa. Seu funcionamento trabalha com a pressurização de ar comprimido que faz a ativação dos freios de forma suave e consistente.

2. Freios ABS (Sistema de Frenagem Antibloqueio) e Freios EBS (Sistema Eletônico de Frenagem):

Determinado pelo Governo Federal como obrigatório, atualmente os caminhões saem de fábrica com os freios ABS (Anti-lock Braking System) já implantados. Sua maior tarefa é fazer com que as rodas não sejam bloqueadas durante uma frenagem brusca, impedindo que o motorista perca o controle do veículo.

Para isso, as rodas são equipadas com sistemas que monitoram individualmente a rotação delas, fazendo o ajuste de pressão e evitando derrapagens. Com esse recurso, o risco de acidentes é diminuído, inclusive em condições adversas de pista.

Já no freio EBS (Electronic Braking System) vemos uma evolução quando comparado ao ABS, onde sua maior diferença é contar com um sistema eletrônico, o que ajuda a aumentar a rapidez no processo de frenagem, com maior estabilidade, aumentando a segurança nas estradas.

Para a revisão desses dois tipos sistemas, é importante levar seu bruto apenas em mecânicos especializados que trabalhem nesses freios, uma vez que sua tecnologia é sensível e simples de avariar sem o conhecimento necessário. Portanto, se seu caminhão conta com um freio ABS/EBS, lembre-se de ter aquele profissional de confiança ao seu lado!

3. Freio a Tambor:

Em caminhões menores ou antigos é comum encontrarmos o freio a tambor. Esse sistema conta com um tambor rotativo, que é pressionado pelas pastilhas de freio, gerando atrito e diminuindo a velocidade do veículo. Embora não seja a melhor opção do mercado, esse modelo conta com uma frenagem confiável, alta durabilidade e um baixo custo de manutenção.

4. Freio a Disco:

Com grande eficiência e durabilidade, quando comparados com os freios a tambor, os freios a disco trazem uma frenagem mais flexível e precisa, tendo uma baixa necessidade de manutenção, devido a menor quantidade de peças, com o passar do tempo.

5. Freio Motor:

Pouco conhecido pelos caminhoneiros, esse tipo de freio faz o aproveitamento da resistência do motor para diminuir a velocidade, evitando a utilização dos freios convencionais. Especialmente útil em descidas, esse sistema controla a velocidade do veículo e preserva os freios convencionais. Inclusive, ele é considerado um freio auxiliar, que será o próximo tipo de freio que vamos conhecer! 

6. Freio Auxiliar:

Freios auxiliares são um complemento aos freios principais, um exemplo é o próprio freio motor, ajudando em uma frenagem adicional se necessário. Ele pode ser acionado de forma manual ou automática caso seja uma situação emergencial, ajudando o caminhão a realizar uma parada segura.

Você já sabe que para garantir a segurança de todos nas estradas, entender sobre os diferentes tipos de freios de caminhões é necessário.

Independentemente dos freios que tenha em seu caminhão, ainda precisamos pensar em ações que ajudem aumentar a vida útil dos freios e evitar possíveis acidentes por superaquecimento. Vamos dividir com você algumas dicas evitar essa dor de cabeça:

– Evite paradas bruscas, peso extra e estar acima da velocidade permitida na via;
– Reduza a velocidade e desça sempre engrenado para evitar sobrecarregar os freios;
– Esteja à uma boa distância dos veículos à frente;
– Além de manter a revisão sempre em dia!

Na hora de escolher o melhor freio para seu caminhão, não se esqueça de ter em mente a segurança e o desempenho, além das regulamentações de trânsito nas suas viagens!

Na Motz, sabemos que a segurança vem em primeiro lugar. Estamos constantemente  pensando em parcerias estratégicas para que nossos motoristas parceiros sigam seu trajeto sem nenhum inconveniente. Então, clique aqui e saiba mais sobre como você pode começar a sua jornada na transportadora mais parceira do caminhoneiro!