Pensando em comprar um caminhão? Confira 6 dicas para fazer a melhor escolha!

Podemos dizer que a profissão de caminhoneiro é uma das mais importantes do país. A malha rodoviária é o modal mais usado e, ao comprar um caminhão, você pode fazer parte desse sistema que não para e abastece nosso país

Se você quer entrar na área e trilhar o caminho autônomo, optando por ser seu próprio patrão (leia mais: Caminhoneiro autônomo, agregado e empregado: Quais as diferenças?), você sabe que será preciso aplicar economias para arranjar um caminhão.

Para dar o primeiro passo e investir no melhor bruto para a sua carreira, é importante fazer boas escolhas desde o início. A fim de te ajudar nessa jornada, apresentamos nosso guia com 6 dicas essenciais para a compra do seu primeiro pesado:

1. Defina suas expectativas

Antes de se aprofundar nas opções, é importante se perguntar o que você está procurando: Você vai percorrer longas rotas? As suas cargas serão pesadas ou leves? Você precisará puxar reboque? Como o caminhão será carregado e descarregado?

Assim, você precisará definir o espaço de carga, o peso tolerado e a capacidade de reboque

Leve em consideração modelos que equilibrem a manobrabilidade e a capacidade máxima de carga necessária para suas operações de frete. É importante ter certeza que você saberá conduzir e que o modelo atenda a suas expectativas no trecho, sem comprometer sua segurança, desempenho e sua renda. Para isso, siga os passos a seguir.

2. Pesquise e estabeleça um orçamento

Dedique um bom tempo para pesquisar os diferentes modelos de caminhões disponíveis no mercado. Fale com outros caminhoneiros, assista vídeos e procure o máximo de informações para criar uma lista dos modelos que atendam às demandas dos fretes que você vai negociar… Depois, compare valores.

Lembrando que a faixa de preço dos caminhões varia bastante, dependendo de diversos fatores. Por isso, é super importante estabelecer um orçamento realista que não apenas cubra o preço da compra, mas também os gastos que surgirão ao longo do caminho.

A gente sabe que caminhão é um veículo que gera custos, então conte com despesas mensais como manutenção, combustível e seguro. Além disso, considere os pedágios e impostos como INSS, Imposto de Renda, contribuições sindicais, taxas veiculares (IPVA, DPVAT e Licenciamento), exames toxicológicos regulares e multas que podem acontecer.

É melhor fazer uma lista do que você estima ganhar – consulte caminhoneiros que têm veículos e fazem fretes parecidos com os que você pretende realizar – e vá adicionando as despesas. No fim do dia, o resultado tem que ficar positivo.

3. Considere o consumo de combustível

Apesar dos vários avanços na tecnologia automotiva, na estrada, com vários tipos de veículos, não são os pesados que costumam ser elogiados por eficiência de combustível, não é mesmo? Afinal, movimentar tantas toneladas exige uma quantidade considerável de diesel.

Além de questões como condução, pneus ruins, excesso de carga e trânsito, existem condições e modelos de veículos que gastam mais que os outros. Além disso, caminhões econômicos que são capazes de percorrer uma maior distância por litro, não apenas gastam menos diesel, mas também emitem menos gases poluentes e logo, são menos agressivos para o meio ambiente.

Pensando nisso, algumas tecnologias dos caminhões atuais ajudam ainda mais. Com o controle de aceleração e a troca de marchas inteligente (I-Shift), o caminhão se adapta a consumir menos combustível, indicando quando acelerar e trocar as marchas. Além disso, a aerodinâmica aprimorada, sistemas de gestão térmica, pneus de baixa resistência à rolagem e defletores de ar  também contribuem para essa eficiência.

Logo, opte por modelos conhecidos e bem avaliados por isso e claro, com a manutenção em dia.

4. Decida entre novo e usado

Para começar seus fretes, você não precisa de um modelo totalmente moderno e completo. Em vez disso, opte por um que já seja popular entre os caminhoneiros, e comece a analisar quais são os pontos positivos e de atenção em cada um deles.

Existem caminhões seminovos ou usados que podem fazer o mesmo tipo de trabalho que você quer e, ainda, custam menos que um 0km

Logo, optar por um caminhão usado pode ser uma opção econômica, especialmente para iniciantes. Caminhões usados em geral são mais acessíveis e ainda podem oferecer uma boa vida útil. No entanto, não deixe de dar um checkup na documentação e fazer com que um mecânico de confiança inspecione o veículo antes da compra, como falaremos mais adiante.

5. Avalie as condições de financiamento

Dado os valores do investimento em um caminhão, muitas pessoas optam por planos de financiamento, ou seja, contam com a ajuda de um banco ou financiadora pagando parcelas com juros ao longo do tempo.

Para isso, analise seu crédito e as condições oferecidas pelo lugar, como taxas de juros, prazos e o custo necessário para começar. Tenha certeza de que as condições de pagamento se alinhem com sua capacidade de rodar e gerar ganhos suficientes para cobrir as parcelas de forma sustentável.

Vale ressaltar que se consegue melhores condições no financiamento oferecendo maiores valores de entrada. Por isso, é recomendável organizar sua vida financeira antes de buscar financiamento, para você conseguir dar a maior entrada possível. Essa prática não apenas resulta em um menor número de parcelas, mas também ajuda na redução do montante dos juros, garantindo uma melhor oferta para para seu futuro bruto.

6. Inspecione cada detalhe do veículo

Antes de tomar uma decisão final, realize uma inspeção detalhada no caminhão. Verifique a carroceria, chassi, motor, transmissão, freios e suspensão em busca de desgaste, ferrugem ou avarias. 

Tenha certeza de que os pneus estão novos e sem danos, com rodas sem rachaduras ou amassados, assim como pára-brisas e espelhos sem trincos. Também verifique o motor, procurando por tanques de combustível remendados ou amarrados ou óleo vazando.

Uma das maiores dicas é agendar um test drive. Nesse momento, você consegue avaliar mais profundamente qual o desempenho do caminhão, a resposta do motor, a suavidade da transmissão, a eficiência dos freios, o conforto da cabine e a visibilidade na estrada. Mesmo que o caminhão prometa muito nas descrições, é só mesmo na prática que você terá a certeza se ele é para você.

A segurança deve ser a prioridade para quem está na estrada. Então, aproveite para ter certeza que o caminhão está equipado com bons recursos. Isso inclui sistemas de frenagem anti bloqueio (ABS), controle de estabilidade (ESP), airbags e sistemas avançados de assistência ao motorista (ADAS).

Investir no seu primeiro caminhão é um passo importante para sua jornada. Ao seguir estas dicas, você estará mais preparado para decidir e escolher o bruto certo para impulsionar seus ganhos e quem sabe, realizar um sonho antigo.

Lembre-se: cada escolha conta, e a pesquisa detalhada é a chave para garantir que seu investimento seja duradouro e rentável. 

Uma vez com o pesado na garagem, registre-se como Transportador Autônomo de Cargas (TAC) na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Se então contar com um veículo de carga seca e tiver com toda documentação na mão, não deixe de conferir os benefícios da transportadora mais parceira do caminhoneiro: a Motz

Com muito frete para você escolher, a Motz gerencia alguns impostos e pode pagar seu frete em até 90% do valor já no carregamento e o restante após a entrega. Além disso, a transportadora também oferece descontos exclusivos em diversos lugares e serviços que você já utiliza. Bom demais, né? Clique e saiba como começar!

Os 10 principais Documentos para o Transporte de Cargas

No Transporte Rodoviário de Cargas, compreender a regulamentação correta não é apenas uma exigência – é uma garantia de boa gestão logística. Isso porque, neste setor em constante movimento, estar alinhado às regulamentações não só assegura a conformidade com a lei, mas também pavimenta o caminho para operações mais eficientes e seguras.

Pensando nisso, elaboramos um guia detalhado sobre os principais documentos fiscais segundo a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Se você quer otimizar seus processos, reduzir riscos e estar sempre um passo à frente nas melhores práticas do setor, é fundamental estar por dentro das normas.

Entenda mais sobre a documentação exigida e descubra como sua gestão pode ser mais segura e alinhada com as diretrizes legais no transporte de cargas.

NF-e:

A Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) é o pilar da documentação no transporte de cargas e desempenha um papel importante na transparência fiscal e no registro de transações comerciais. Ela digitaliza o processo tradicional de emissão de NFs, facilitando o acesso, a armazenagem e a partilha de informações.

Fundamental para o cumprimento de obrigações tributárias, a emissão da Nota Fiscal Eletrônica é obrigatória e deve ser feita pelo embarcador da carga e o contratante do serviço de transporte. Através dela, é possível detalhar o remetente, destinatário, descrição da carga, valores e impostos e mais, sendo essencial em todas as etapas.

DANFE:

O Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica, ou DANFE, é a representação impressa e gráfica da NF-e e detalha todas as informações contidas nela.

Embora não a substitua em termos legais ou seja mais obrigatório, o DANFE é um componente importante que pode ser gerado pela transportadora antes que o transporte ocorra, sendo  frequentemente utilizado em inspeções logísticas, facilitando o processo de carga e descarga. 

CT-e:

O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) documenta os serviços de transporte, informando detalhes importantes como dados do embarcador, transportadora, natureza da carga, valor, rota e informações do caminhão de forma digital.

Desempenhando um papel chave na fiscalização e controle, este documento é obrigatório para a circulação de cargas, especialmente em rotas interestaduais e intermunicipais. Ele pode ser emitido por transportadoras, cooperativas, escritórios de contabilidade e até pelo próprio transportador autônomo de carga (TAC).

DACTE:

Como vimos acima, enquanto o DANFE é a representação gráfica da NF-e, o Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico (DACTE) é o comprovante físico do CT-e.

Assim, o DACTE é útil para verificações em rota, pois oferece um meio prático de confirmar os dados do CT-e, mesmo sem acesso digital. Ele também não é mais obrigatório, e pode ser emitido por empresas que realizam transporte antes mesmo do início do serviço. Depois de ser entregue ao motorista, o DACTE acompanha a carga ao longo de todo o percurso.

MDF-e:

O Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) também é um instrumento crucial para o acompanhamento e a conformidade regulatória.

Reunindo informações de vários documentos fiscais relacionados a carga em um só lugar, ele é utilizado para registrar o início da operação, contendo informações detalhadas sobre os CT-es e NF-es vinculados. Desde 2017, é documento obrigatório e deve ser emitido por transportadoras quando utilizam veículos próprios, alugados ou contratam transportadores autônomos para movimentar mais de uma nota fiscal.

DAMDFE:

Da mesma forma, o Documento Auxiliar do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais é a versão impressa do MDF-e.

Ele é utilizado em postos de fiscalização e em situações onde é necessário apresentar uma prova física do manifesto, facilitando assim o processo de checagem e garantia do cumprimento das normas de transporte. Não é mais obrigatório, mas pode ser impresso quando for política da transportadora ou houver solicitação do contratante, além de quando for emitido em contingência FS-DA.

CRLV:

O Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) comprova que o caminhão usado para o transporte de cargas está legalizado, contendo informações sobre o veículo e o proprietário e mostrando que todas as inspeções e pagamentos de taxas obrigatórias – como IPVA e DPVAT – foram realizadas.

A ausência ou desatualização do CRLV pode resultar em penalidades severas, incluindo a apreensão do caminhão, portanto sua emissão pelo proprietário do caminhão é imprescindível. 

RCTR-C:

O RCTR-C, ou Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas, é um seguro obrigatório de proteção tanto para o transportador quanto para a embarcadora, possibilitando a cobertura de vários tipos de acidentes e danos à carga que podem ocorrer durante a viagem.
Ele deve ser contratado pela transportadora responsável pela carga. 

CIOT:

O Código Identificador da Operação de Transportes, ou CIOT, é um código de barras que identifica cada operação logística e está diretamente ligado ao Pagamento Eletrônico de Frete (PEF).

É ele que garante a rastreabilidade e a legalidade das operações de frete, sendo fundamental para evitar problemas como o não pagamento dos motoristas após a descarga.

Sendo obrigatório, independentemente da modalidade, o CTe deve ser emitido pela transportadora ou pelo contratante do serviço de transporte.

VPO:

Implementado para proteger os motoristas de cargas de arcar com esses custos, o Vale Pedágio Obrigatório (VPO) assegura a conformidade com as regulamentações nas tarifas de passagens.

De responsabilidade do embarcador, o VPO evita que os custos de pedágio sejam integrados ao frete ou a receita operacional. Ele é obrigatório e deve ser emitido pelas embarcadoras ou pelos contratantes do serviço de transporte. 

Lembrando que há também as Autorizações Especiais de Trânsito, documentações extras que permitem a circulação de veículos especiais ou cargas que ultrapassem os limites regulamentares do CONTRAN nas rodovias. 

Estas autorizações são emitidas pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) e exigem uma avaliação detalhada das rotas, condições do caminhão e natureza da carga, sendo fundamentais para o transporte de cargas especiais ou de grande porte.

A falta de documentos exigidos por lei pode resultar em multas individuais que variam de R$550 para infrações gerais até R$10.000 para casos mais graves. Além disso, o não cumprimento das normas também pode levar à suspensão das atividades de transporte e, em casos de obstrução à fiscalização, incluir mais penalidades e possíveis sanções criminais.

Sendo assim, é fundamental que as embarcadoras sejam rigorosas no gerenciamento e atualização de seus documentos com as transportadoras. 

Neste sentido, a Motz se destaca como uma parceira confiável que oferece soluções para segurança financeira, proteção de cargas e gestão de documentação legal e tributária para embarcadoras. Isso porque a Motz assume a responsabilidade pela emissão gratuita de vários documentos fiscais essenciais de acordo com os requisitos da ANTT.

Para saber mais sobre como a Motz pode transformar suas operações de transporte de cargas, Clique aqui e descubra um mundo de eficiência, tecnologia e conformidade ao alcance de um clique.

Futuro da Logística: Tendências e Inovações para Embarcadores

Imaginar um futuro onde cada detalhe da cadeia logística é aprimorado para garantir o máximo de eficiência e satisfação para clientes e parceiros até pode parecer ser algo distante. No entanto, isso já está se tornando uma realidade, especialmente para transportadores e embarcadores que focam no digital.

Graças aos avanços na tecnologia e à adoção de práticas mais ágeis, o setor do transporte brasileiro está trilhando um caminho cheio de desafios e, ao mesmo tempo, repleto de oportunidades para o futuro.

Exploraremos a seguir as principais inovações que já estão chegando e as tendências que prometem moldar o mercado nos próximos anos.

Automatização de Processos 

De fato, a jornada rumo à agilidade logística começa com a digitalização. Em uma área onde cada ação e minuto faz diferença, automatizar processos não apenas poupa tempo, mas também reduz possíveis falhas humanas, resultando em operações não só mais rápidas, como também mais seguras

Para as embarcadoras dos próximos anos, essa tendência poderá abranger desde a implementação de sistemas de otimização de rotas até o uso de robôs e drones na gestão de cargas.

Crescimento do E-commerce 

Não dá para falar de logística hoje sem mencionar o e-commerce, uma tendência que tem modificado as expectativas, e consequentemente, as estratégias por toda a supply chain.

A verdade é que a necessidade de entregas mais aceleradas e precisas vai exigir cada vez mais que embarcadores sejam ágeis e se integrem em novas táticas do digital, como o cross-docking

Esse cenário vai incentivar a procura por soluções que garantam não somente mais velocidade, mas também a integridade dos produtos até a última milha.

Sustentabilidade 

Devido à crescente importância dos princípios ambientais, sociais e de governança (ESG) nas empresas de transporte por todo o mundo, o termo logística verde deverá ser comum nos próximos anos.

Assim, será necessário que embarcadores se engajem cada vez mais em práticas que diminuam o impacto ambiental de suas operações. Isso deve incluir desde a otimização de rotas focadas em redução de emissões de CO2 nas estradas até a implementação de programas de logística reversa, impactando no ciclo de vida de diferentes produtos de forma mais ecológica e responsável.

Conectividade com a Internet das Coisas (IoT)

Você já deve ter percebido como estamos presenciando transformação na gestão de cargas pela a Internet das Coisas (IoT, do inglês “Internet of Things”). Isso porque a IoT já vem trazendo a possibilidade de sensores e dispositivos conectados que podem proporcionar mais visibilidade sobre condições como temperatura, umidade e outros aspectos que podem ser primordiais em algumas fases do transporte. 

Essa variedade de informações deve ser ainda mais constante, não apenas aumentando a eficácia, mas também aprimorando a segurança e a qualidade do transporte de cargas.

A Inteligência Artificial (IA)

A Inteligência Artificial (IA) também já está no centro da transformação logística, permitindo que embarcadoras transformem grandes quantidades de dados automatizados em insights

Da previsão de demanda à otimização, diferentes ferramentas de IA podem ser um ótimo auxílio na hora de tomar decisões e implementar processos automatizados, melhorando a assertividade e reduzindo custos. 

Monitoramento em Tempo Real

A demanda por transparência e satisfação no digital é maior do que nunca. Tanto embarcadores quanto consumidores finais valorizam uma visão completa das operações, um desafio facilitado pela tecnologia de rastreamento

A adoção integral dessas soluções devem permitir  mais controle e segurança de frotas, além do acompanhamento de cada etapa do transporte, proporcionando uma experiência de confiabilidade ao consumidor sem precedentes.

Serviços em Nuvem

A utilização de serviços de armazenamento e servidores online pode proporcionar aos embarcadores a flexibilidade e escalabilidade necessária para se adaptarem a esse mercado em constante mutação. 

Com processamento em nuvem, ficará ainda mais viável acessar informações e sistemas de qualquer lugar, facilitando a colaboração entre transportadoras e seus parceiros. Além de permitir a expansão ou redução de recursos de acordo com a necessidade dos sistemas utilizados.

Para se manter na frente na logística, é essencial se adequar a essas possibilidades, investindo em tecnologias e práticas sustentáveis que não apenas otimizem as operações, mas também ajudem a construir um mundo melhor. 

A revolução digital já chegou, e já está redefinindo o que é ser competitivo no setor logístico.

Para aqueles que estão prontos para abraçar essas mudanças, o caminho à frente é promissor. 

A Motz é uma transportadora digital  que está aqui para ser sua parceira nesta jornada, fornecendo as ferramentas e a expertise necessárias para transformar seus desafios logísticos em oportunidades. 

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Alterações e acessórios proibidos para o caminhão

Na vida de quem roda pelas estradas, o veículo é mais do que um simples meio de trabalho; é um parceiro fiel. Por isso, ao adicionar elementos únicos que refletem personalidade, muitos caminhoneiros veem na customização do caminhão uma forma de expressar sua identidade. No entanto, é importante equilibrar essa paixão com um senso de responsabilidade

Quer saber quais alterações são permitidas e quais são proibidas para o seu caminhão? Vamos explorar mais e mostrar como seu bruto pode desfilar no tapete preto com estilo, ao mesmo tempo, seguro sob a regulamentação dos órgãos fiscalizadores. 

Pintura e Adesivos

Pintar o caminhão ou adicionar adesivos dá aquela renovada no visual sem a necessidade de trocar de modelo. A escolha de uma cor mais bonita ou de um decalque com frases e desenhos pode transformar completamente a aparência do seu bruto, mas é importante que essas não encubram informações importantes, como as faixas refletoras e os vidros do veículo.

De acordo com a resolução nº 960 do CONTRANo Conselho Nacional de Trânsito – manter a visibilidade é obrigatório, tanto para a segurança quanto para manter as informações do caminhão claramente aparentes. 

E se você for contratado ou agregado de uma transportadora, lembre-se de certificar se suas escolhas estão alinhadas com as diretrizes da empresa.

Leia mais sobre perfis de trabalho. (mais…)

Caminhoneiro autônomo, agregado e empregado: Quais as diferenças?

Muitas vezes, quem não trabalha no meio logístico acaba cruzando caminhos com motoristas de caminhão de forma rotineira, seja nas avenidas das cidades, ou nas estradas pelo país.

Mas o que poucas pessoas sabem é que, além da habilidade de lidar com um veículo grande e potente, também existem formatos trabalhistas diversos que esses profissionais precisam lidar em sua rotina e carreira.

Entender as várias faces dessa profissão e compreender as diferenças entre as modalidades de trabalho no meio é essencial para tomar decisões informadas. Neste artigo, vamos explorar suas características, vantagens e desafios. 

Caminhoneiro Autônomo: A Liberdade nas Estradas

O caminhoneiro autônomo, ou Transportador Autônomo de Carga (TAC), é um verdadeiro empreendedor das estradas. Esse profissional precisa ter seu veículo próprio e geralmente busca independência para escolher seus destinos de entrega e diferentes ofertas de mercado, ou seja, os famosos fretes.

A liberdade que esta categoria oferece é vista como uma grande vantagem, pois assim o profissional consegue escolher seu estilo de trecho; se quer faturar mais ou menos, se quer ir longe ou se quer ficar por perto, se quer estar em casa na janta ou conhecer diferentes cidades e estados no país. 

Com a crescente demanda por serviços de transportes autônomos, esta pode ser uma opção para trazer autonomia e liberdade para o motorista.

Caminhoneiro Agregado: A Parceria Estratégica

O caminhoneiro agregado combina a posse do seu próprio caminhão com uma parceria contínua com uma empresa de transportes. Essa modalidade oferece uma mistura de independência e segurança, permitindo ao caminhoneiro trabalhar com exclusividade para uma transportadora, mas sem um vínculo empregatício formal, como uma CLT. 

Ainda que tenha que arcar com os custos operacionais e de manutenção, este modelo oferece uma certa previsibilidade de trabalho e mais estabilidade do que o autônomo.

Caminhoneiro Empregado: A Segurança do Vínculo Empregatício

O caminhoneiro empregado usufrui da estabilidade de um salário fixo e dos benefícios garantidos pelas leis trabalhistas. Ele opera a frota da empresa e se preocupam menos com custos próprios, como manutenção e outros aspectos operacionais do veículo. Esta modalidade é ideal para aqueles que preferem uma rotina mais estruturada e a segurança de um vínculo empregatício. 

No entanto, o motorista contratado fica sujeito às exigências do empregador, tendo que cumprir rotas e horários já pré-estabelecidos.

Desse modo, cada modalidade de trabalho no transporte rodoviário tem suas características únicas.

O caminhoneiro autônomo, com sua independência e flexibilidade; o agregado, equilibrando autonomia com a segurança de uma parceria contínua; e o empregado, com a estabilidade e a proteção de um vínculo formal

Escolher entre dirigir como autônomo, agregado ou empregado, vai refletir os objetivos e preferências pessoais de cada profissional nas estradas.

Transportadoras como a Motz possibilitam que caminhoneiros encontrem mais benefícios ou flexibilidades em suas jornadas. 

Oferecendo uma ampla rede de fretes disponíveis em todos os cantos do país e para todos os momentos, o caminhoneiro autônomo pode definir suas rotas e ter mais controle sobre seu trabalho.

Ao carregar com a Motz, esse profissional ainda conta com a confiança e a segurança de uma gestão simplificada, incluindo o cuidado com o INSS, a emissão de impostos e documentos importantes como CIOT e apólices, deixando- o com mais tempo para se concentrar no que realmente importa: o trecho.

Mesmo tendo vínculo com outras transportadoras, o motorista que carrega com parceiras da Motz também pode contar com os diferenciais, como: pagamento de até 90% do valor do frete no carregamento e o restante após a entrega, suporte dedicado e um Clube de Benefícios com descontos que fazem a diferença no dia a dia, tornando suas viagens mais econômicas e prazerosas.

Seja um caminhoneiro parceiro da Motz e descubra uma nova rota cheia de oportunidades. 

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Desafios do Agro: Como transportadoras podem contribuir na Super Safra

O Brasil, um gigante na produção agrícola, enfrenta um paradoxo crítico: enquanto a produção vai cada vez mais longe, a cadeia de suprimentos necessária para sustentar esse desenvolvimento tropeça em obstáculos significativos. Congestionamentos, atrasos e desperdício na safra estão ficando mais constantes, afetando a qualidade dos produtos e custos.

Esta situação não afeta apenas o setor de cultivo, mas reverbera por toda a economia, impactando desde produtores até consumidores finais. A questão se torna evidente: como podemos alinhar o avanço da produção agrícola com uma logística que evolua no mesmo ritmo?

Vamos mergulhar nos desafios que este setor enfrenta e descobrir soluções juntos.

Quando o Crescimento colide com a Infraestrutura

A supersafra de grãos de 2022 e 2023, projetada pela Conab em 316 milhões de toneladas – quando era esperado esse valor apenas para 2028 – é um testemunho da capacidade extraordinária do agronegócio do nosso país. Mas, com essa explosão de produção, encontramos desafios críticos: estocagem insuficiente, escoamento lento e complicações na distribuição.

Considerando que muitos produtos agrícolas têm um período limitado de tempo pós-colheita para serem transportados antes que comecem a se deteriorar, é preciso olhar com atenção para os locais de processamento, armazenamento e exportação de grãos e outros insumos das áreas de cultivo.

Como evitar os problemas na cadeia de suprimentos e acompanhar essa situação com uma infraestrutura que não fique presa no passado é uma questão que reflete em toda a operação, como veremos daqui para frente. 

O Quebra-Cabeça da Armazenagem

Esse cenário torna crucial não só transportar rapidamente os produtos das fazendas para evitar perdas, como também encontrar locais adequados para estocá-los antes da distribuição.

Comparado a outros grandes países produtores, o Brasil ainda luta para expandir e modernizar suas instalações de armazenamento, principalmente de grãos. Essa insuficiência exige um escoamento eficiente e imediato após a colheita, aumentando a demanda por um transporte rodoviário sobrecarregado.

O impacto é sentido em toda a cadeia logística: pressões constantes de tempo e espaço se intensificam, transformando cada demora na armazenagem em um obstáculo crítico para a distribuição e comercialização dos produtos. 

Assim, otimizar o transporte não é apenas uma opção, mas uma solução necessária para evitar que a situação se agrave.

Entre Eficiência e Obstáculos

Um transporte prático é fundamental para amenizar os efeitos da limitada capacidade de estocagem, facilitando o rápido escoamento de grãos das fazendas até os centros de distribuição ou portos.

Porém, um outro conflito se apresenta: o Brasil investe apenas entre 0,4% a 0,6% do seu PIB em transporte, um valor bem inferior ao de países como China e Estados Unidos, que investem mais de 2%, por exemplo.

Essa disparidade nos investimentos reflete na competitividade do Brasil no cenário global, já que cada atraso por condições ruins no transporte não só compromete a qualidade e a quantidade dos grãos transportados, mas também eleva os gastos em toda cadeia produtiva.

Investir na malha rodoviária não é apenas uma questão de infraestrutura; é um investimento direto na eficiência do agronegócio. 

No entanto, para que o transporte rodoviário se torne uma solução efetiva, é essencial aumentar os investimentos, superando os problemas relacionados à manutenção de estradas e à qualidade da infraestrutura rodoviária.

Recursos de Transporte

A escassez tanto de caminhões quanto de profissionais qualificados para operá-los pode ser um problema adicional. Isso porque essa falta não só reflete na agilidade do transporte, mas também contribui para elevar os custos logísticos. A falta de veículos adequados e de motoristas experientes e capacitados agrava os atrasos, compromete a qualidade do transporte e restringe a capacidade do Brasil de atender às demandas de mercado interno e externo.

Além disso, muitos dos recursos de transporte disponíveis ainda não são integrados digitalmente, o que impacta negativamente tanto aos custos operacionais quanto ao meio ambiente. 

A modernização e inovação se fazem mais necessárias do que nunca e a disposição de frota de caminhões e tecnologias adequadas surge como um passo fundamental para acelerar a logística.

Novos Caminhos para o Futuro do setor

Vimos que o agro brasileiro está em uma corrida contra o tempo. Superar os desafios logísticos não é apenas crucial para uma super safra ou outra, mas também representa uma oportunidade única de transformação e inovação efetiva.

A modernização das instalações de armazenamento pode aliviar a carga sobre o transporte rodoviário, e a consequente expansão e melhoria da infraestrutura de transporte podem influenciar em toda a cadeia de suprimentos.

Com investimentos estratégicos em infra e a adoção de digitalização logística – como as implementadas por transportadoras digitais, podemos pavimentar o caminho para um setor mais competitivo em escala global.

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Transportadoras Digitais: O que são e como estão impulsionando a logística brasileira?

Com as novas demandas das cadeias de suprimentos globais e os avanços tecnológicos, cada vez mais vemos o conceito de logística digital passar por mudanças significativas e ganhado destaque nos últimos anos.

Neste artigo, exploraremos o que são transportadoras digitais, como estão impactando a logística brasileira e o que as tornam tão cruciais em um mundo em constante evolução.

Logística e inovação tecnológica

Em contraste com as operações tradicionais que há muito tempo operam de maneira convencional, transportadoras digitais nasceram da logística digital e desde o início foram alimentadas pelas tecnologias relativas ao seu tempo. 

Mas você sabe como isso começou?

Com o advento dos primeiros sistemas de computadores e tecnologias de comunicação na década de 70, a logística mundial passou, aos poucos, a utilizar recursos de sistemas digitalizados, na maioria das vezes derivados de tecnologias de guerra. Por muito tempo, diferentes sistemas em termos de capacidade e sofisticação foram utilizados e até as transportadoras mais modernas contavam com máquinas gigantes apenas para automatizar tarefas de registro e gerenciar frotas e cargas.

No entanto, nas últimas décadas – e principalmente nos últimos anos – testemunhamos progressos sem precedentes. Com o advento da internet móvel, smartphones, computação em nuvem e o processamento de Big Data, empresas logísticas do mundo todo passaram a ter gestões e processos completos ao alcance das mãos.

Também enfrentamos, há pouco, um cenário que trouxe desafios significativos e exigiu ainda mais transformação digital, principalmente no Brasil. No auge da crise da pandemia do COVID-19, enquanto muitas atividades econômicas foram paralisadas, o transporte rodoviário, uma espinha dorsal da economia, teve que continuar operando. Restrições de deslocamento, fechamento de fronteiras e a necessidade de minimizar atrasos e problemas exigiram uma adaptação como nunca antes vista. Como resultado, a inovação se tornou uma realidade em muitas operações que precisaram modernizar seus processos por aqui.

Hoje, e possivelmente mais do que nunca, atender a essas demandas e fornecer uma experiência de logística moderna é essencial para embarcadores e transportadoras que desejam prosperar nesse ambiente. Por isso, muitas empresas podem contar com uma série de vantagens que o digital proporciona para gerenciar, otimizar e reduzir custos em todas as etapas.

Vamos a fundo explorar mais sobre elas.

Mais Agilidade 

A digitalização da logística trouxe a promessa de uma eficiência operacional aprimorada e agora, muitas empresas conseguem automatizar muitos dos processos que costumavam ser demorados.

Uma transportadora digital pode, por exemplo, contar com a recepção de pedidos eletrônicos e a integração direta com sistemas de gestão de transporte, eliminando a necessidade de inserir as informações manualmente. Isso resulta em menos atrasos no início das operações e em prazos de entrega mais curtos, além de facilitar e dar mais autonomia para embarcadores e motoristas nos processos de carga e descarga.

Transparência e Visibilidade

Com a geolocalização, a capacidade de monitorar e controlar processos por rastreamento em tempo real se tornou uma característica de muitas transportadoras digitais com frota própria.

Além de contar com otimização dos carregamentos durante as rotas, essas transportadoras podem oferecer aos embarcadores a possibilidade de acompanhar o status de suas cargas. Isso pode ser uma chave para mais transparência e previsibilidade das operações logísticas, além de mais confiança no processo.

Redução de Papelada

Outra grande vantagem é a simplificação de processos documentários, ou a boa e velha redução da burocracia.

Com sistemas integrados, as transportadoras digitais simplificam os processos de reserva, dados e pagamento, permitindo que documentos essenciais, como faturas, ordens de serviço e comprovantes de frete, sejam criados, armazenados e compartilhados eletronicamente, evitando perdas de dados críticos. Isso elimina a necessidade de papelada, reduzindo a burocracia associada à gestão e arquivamento de documentos físicos, além de ser uma grande prova da segurança proporcionada pelo ambiente digital.

Sustentabilidade e Eficiência Ambiental

A preocupação ambiental é uma grande questão em que transportadoras digitais não ficam de fora.

Com a capacidade de armazenar em nuvem, otimizar rotas e minimizar quilômetros percorridos vazios, essas empresas contribuem para a redução das emissões de carbono e o consumo mais eficiente de recursos naturais, como por exemplo, de papéis. Isso não apenas beneficia o meio ambiente, mas também pode resultar em redução de despesas.

Gestão de Recursos e Oportunidades

Todas essas vantagens representam eficiência e principalmente, economia para os envolvidos. Com intermédio digital, uma transportadora pode alocar muitos recursos em sua operação.

Conectando cargas a serem transportadas com motoristas ou transportadoras disponíveis, pode-se evitar custos adicionais e gerar mais benefícios tanto para as empresas quanto para os funcionários. Isso também permite que embarcadores e motoristas enfrentem menos conflitos em termos de faturamento, registro de entregas e documentação, sendo um diferencial.

O tempo passa e novos conceitos, ferramentas e soluções surgem diariamente.

A digitalização na logística, assim como em todas as áreas que se adaptam, não mostra sinais de desaceleração.

Embora muitas transportadoras tradicionais continuem a desempenhar um papel crucial no cenário, o surgimento de transportadoras digitais está impulsionando e moldando o futuro da logística de maneira impactante. 

Transportadoras como a Motz proporcionam uma visão do que é possível quando a tecnologia e a logística convergem para criar uma abordagem mais inteligente e eficiente no transporte rodoviário.

Por aqui, estamos firmemente comprometidos em nos manter atualizados e acompanhar de perto as mais recentes tendências tecnológicas do mercado.

Sua empresa hoje pode contar com essa inovação?

É hora de abraçar essa revolução e aproveitar ao máximo suas vantagens. 

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